Connect with us

Entretenimento

Phelps pede que atletas cuidem da saúde mental após adiamento dos Jogos

A lenda olímpica Michael Phelps manifestou preocupação com o impacto negativo do adiamento dos Jogos Olímpicos do Japão na saúde mental dos atletas. No mês passado, o Comitê Olímpico Internacional decidiu adiar os Jogos de Tóquio por um ano, em meio a uma crise global de saúde provocada pelo surto de Covid-19 que atingiu o calendário esportivo profissional e levou ao isolamento de milhões de pessoas.

“Você passa por algo por quatro anos e nós meio que sabemos exatamente quando isso vai acontecer e nosso corpo está pronto para isso, então temos que esperar”, disse o nadador aposentado, que ganhou 28 medalhas olímpicas, em entrevista à NBC nesta segunda-feira. O norte-americano de 34 anos pediu aos atletas que usem o tempo de inatividade como uma chance para aprimorar ainda mais suas habilidades.

Phelps acrescentou que tem uma enorme empatia pelos atletas atingidos pelo adiamento – a Olimpíada está agora agendada para 23 de julho a 8 agosto de 2021 -, e disse ser imperativo que eles “cuidem de sua saúde mental”. Ele levantou as preocupações apenas alguns dias depois que a compatriota e ginasta campeã olímpica Simone Biles disse que chorou com a notícia do adiamento.

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cidades

Coordenador de Tóquio 2020 diz que realização das Olimpíadas não depende de vacina

 Um grupo de médicos no Japão afirmou que só via a possibilidade de Olimpíadas em 2021 diante da descoberta de uma vacina contra o Coronavírus. No entanto, o chefe da coordenação dos Jogos de Tóquio deu uma resposta nesta quarta de modo contrário. O australiano John Coates afirmou que o Comitê Olímpico segue todas as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e de autoridades de saúde do Japão e, por ora, o trabalho segue na mesma direção.

Por conta da pandemia pelo novo coronavírus, as Olimpíadas de Tóquio sofreram um adiamento e serão disputadas, segundo o novo planejamento, entre os dias 23 de julho e 8 de agosto de 2021. Porém, uma nova alteração de data pelo descontrole da doença não está nos planos da organização e o evento poderia até mesmo ser cancelado se a situação não estiver normalizada até lá, segundo o chefe do Comitê Organizador, Yoshiro Mori.

Continue Reading

Entretenimento

Organização da Olimpíada diz que nada garante realização do evento em 2021

O CEO do Comitê Organizador das Olimpíadas de Tóquio, Toshiro Muto, admitiu hoje que não pode garantir que o evento será realmente realizado em julho do próximo ano, data para qual foi adiado devido à pandemia do novo coronavírus.

Previstos para este ano, os Jogos Olímpicos foram transferidos para começar em 23 de julho de 2021. Os organizadores do evento relutaram em anunciar o adiamento, mas cederam depois da pressão de atletas e federações de diversos países. O CEO do Comitê Organizador diz que os trabalhos continuam e qu torce para uma solução. “Tudo que podemos fazer é trabalhar duro para preparar para os Jogos Olímpicos. Nós sinceramente esperamos que até o próximo ano consigam administrar e superar o coronavírus”. O Japão está enfrentando uma segunda onda de propagação da covid-19, e o primeiro-ministro, Shinzo Abe, divulgou uma nota alertando sobre a emergência da situação. Ele sofreu críticas no país por minimizar a pandemia e o motivo apontado por opositores é o desejo de não alterar a data das Olimpíadas.

Continue Reading

Entretenimento

Após estado de emergência, Japão retira chama olímpica de exposição

A chama olímpica dos Jogos Olímpicos de Tóquio foi retirada de exibição pública no Japão. E não está claro quando e onde reaparecerá novamente – e em que condições. A chama chegou ao Japão da Grécia em 26 de março. Depois que a Olimpíada de Tóquio e o revezamento da tocha foram adiados para o ano que vem, a chama foi exibida pela prefeitura de Fukushima, no nordeste do país. Deveria permanecer em exibição até o final de abril.

Ela foi removida depois queo primeiro-ministro Shinzo Abe emitiu ontem um estado de emergência para combater o novo coronavírus, o que inclui limitar grandes multidões.

A longo prazo, espera-se que a chama seja usada pelo Comitê Olímpico Internacional como um dispositivo de promoção e como um símbolo da luta contra a pandemia.

Espera-se que a chama reapareça no próximo ano no Japão para o revezamento da tocha. Mas Payne, que não trabalha mais para o COI, deu a entender que poderia ter um objetivo mais amplo. “A queima da chama olímpica fornecerá uma inspiração muito poderosa, uma luz brilhante à medida que o mundo passa por esses tempos difíceis”, disse ele.

Continue Reading

Copyright © 2019 Japão Digital