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Tokyo 2020 (第三十二回オリンピック競技大会)

As Olimpíadas de 2020 serão realizadas em Tóquio, no Japão, de 24 de julho a 9 de agosto de 2020. Em sua 32ª edição, os Jogos Olímpicos de Verão terão 33 modalidades esportivas, com a expectativa de participação de mais de 11 mil atletas, os quais representarão mais de 204 países.

Essa é a segunda vez que Tóquio recebe os Jogos Olímpicos Modernos — a primeira vez foi em 1964 —, o que tornou a capital japonesa a ser a primeira cidade asiática a sediar duas vezes as Olimpíadas. A expectativa do Comitê Organizador Internacional (COI) é de que cerca de 4,5 milhões de pessoas estejam presentes nas competições, que serão realizadas na Baía de Tóquio (capital) e região metropolitana (com exceção de Sapporo, a 832 km de Tóquio), em 43 locais definidos para os eventos.

Cidade-Sede

O COI realizou um processo de seleção para escolha da cidade-sede das Olimpíadas de 2020 por dois anos. Em 15 de fevereiro de 2012, Madri, Istambul, Baku, Tóquio e Doha tornaram-se cidades postulantes a serem sede dos Jogos Olímpicos. Em seguida, Tóquio, Madri e Istambul foram definidas como as três finalistas a irem para a eleição.

Tóquio foi anunciada oficialmente como sede das Olimpíadas de 2020 na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, data em que começou a contagem regressiva para a 32ª edição da competição. A estimativa orçamentária oficial do Comitê Olímpico de Tóquio foi de 12,6 bilhões de dólares para a realização dos jogos. Além desse valor, o governo anunciou o investimento de 7,5 bilhões de dólares.

A escolha de Tóquio como cidade-sede das Olimpíadas foi feita em 7 de setembro de 2013, durante a 125ª Sessão do Comitê Olímpico Internacional, em Buenos Aires. A votação final elegeu a capital do Japão como anfitriã dos Jogos Olímpicos com 62% dos votos.

A estrutura dos Jogos Olímpicos conta com 43 locais, sendo 25 já existentes e que passam por adaptação para as competições, 10 temporários e 8 novas construções. Algumas modalidades serão disputadas em lugares que foram construídos para as Olimpíadas de 1964 e permanecem em atividade, como é o caso do Estádio Olímpico, do Nippon Budokan e do Ginásio Nacional de Yoyog.

Estádio Nacional de Tóquio, ou Estádio Olímpico, passa por uma grande reforma para receber a abertura e o encerramento dos Jogos Olímpicos, além das modalidades de atletismo e partidas de futebol. O novo estádio terá capacidade para 68 mil pessoas, ao custo de cerca de 1,5 bilhão de dólares.

Quem pretende ir às Olimpíadas precisa estar atento para a cidade em que será sediada a competição escolhida, já que Tóquio dividirá a programação com outras cidades. As partidas de futebol, por exemplo, serão disputadas em várias cidades do Japão, como Miyagi, Saitama, Yokohama, Fukushima e Sapporo.

Esportes e modalidades

As Olimpíadas de Tóquio de 2020 contarão com 33 esportes a serem disputados por mais de 11 mil atletas. Algumas modalidades esportivas têm diferentes categorias de competição, como os esportes aquáticos e o atletismo.

  Novidades

Alguns esportes foram incluídos ao hall de competições das Olimpíadas: surf, escalada, skate e beisebol/softbol. Dentro de modalidades esportivas já existentes nos jogos, houve o acréscimo das categorias de basquete 3×3 BMX Freestyle (bicicleta).

Outra novidade dessa edição dos Jogos Olímpicos é o aumento da participação feminina. Foram criadas categorias mistas para as competições de revezamento 4×400 metros e 4×100 metros em estilo livre nas piscinas, assim como equipes mistas de triatlo, judô, tiro com arco e tênis de mesa.

Paralimpíadas

As Paralimpíadas são os Jogos Olímpicos voltados para atletas com deficiência física ou cognitiva, conhecidos como paratletas. A edição de Tóquio dos Jogos Paralímpicos será realizada de 25 de agosto a 6 de setembro de 2020 e contará com 22 modalidades esportivas.

Os Jogos Paralímpicos de Tóquio contarão com dois novos esportes em suas modalidades de competição: Badminton e Taekwondo.

Emblema e mascote

As Olimpíadas Tóquio 2020 têm um emblema inspirado no “ichimatsu moyo”, formas quadriculadas características do período Edo (1603-1867), trazendo a predominância do azul índigo para representar o que a organização das Olimpíadas chama de “expressão da elegância e sofisticação do Japão”.

O emblema de Tóquio 2020 é constituído de três formas retangulares, que representam diferentes países e culturas. A mensagem escolhida para a 32ª edição das Olimpíadas é “unidade na diversidade”, atribuindo ao esporte a função de celebrar as diferenças.

A mascote das Olimpíadas de Tóquio também segue a cartela de cores e formas do emblema e foi nomeada de Miraitowa, nome formado pelas palavras japonesas Mirai (futuro) e Towa (eternidade), que representa o desejo de um futuro cheio de esperança nos corações de todas as pessoas do mundo.

Já a mascote das Paralimpíadas de Tóquio é Someity, criatura inspirada nas tradicionais flores de cerejeira do Japão e que tem um incrível poder mental e força física, simbolizando a superação de obstáculos dos paratletas. Seu nome é baseado na junção de Someiyoshino (espécie de flor de cerejeira) com o termo “so might” (é possível, em adaptação ao português).


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Médicos do Japão saúdam Jogos sem espectadores, mas ainda veem risco

Especialistas médicos do Japão saudaram a decisão de realizar a Olimpíada de Tóquio sem espectadores devido às restrições para conter novo coronavírus, mas alertaram que a proibição não eliminará por completo o risco de um repique de casos de covid-19.

A proibição de público foi formalizada nesta quinta-feira enquanto o país luta para conter uma onda nova de infecções com um estado de emergência em Tóquio que terminará após o evento de 23 de julho a 8 de agosto.

“Eu, é claro, apoio ‘sem espectadores’, mas as preocupações não desaparecerão se tivermos um grande evento como os Jogos, assim como férias e a temporada de verão”, disse Yuki Furuse, professor da Universidade de Kyoto que trabalha com o grupo de especialistas em coronavírus do governo.

A presença de público nos Jogos foi cancelada, e restaurantes serão instruídos a não servir álcool durante o estado de emergência.

Ainda assim, equipes médicas alertam que os riscos decorrentes do comportamento das pessoas nos arredores de eventos olímpicos, como beber e jantar juntas, são mais difíceis de controlar do que aqueles dentro dos locais de competição.

“Não é difícil imaginar que muitas pessoas estarão cheias de ânimo depois dos Jogos e desejarão tomar uma bebida com outras”, disse Fumie Sakamoto, gerente de controle de infecções do Hospital Internacional St Luke’s de Tóquio. “Haverá muitas oportunidades de transmissão do vírus fora dos locais de competição”.

Fonte: Agência Brasil

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Seleção de ginástica rítmica é convocada para Olimpíada de Tóquio

A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) oficializou nesta quinta-feira (8) a convocação das integrantes do conjuntode ginástica rítmica que representará o Brasil na Olimpíada de Tóquio. Beatriz Linhares, Deborah Medrado, Geovanna Santos, Maria Eduarda Arakaki e Nicole Pírcio foram as escolhidas pela treinadora Camila Ferezin.

Vários critérios foram levados em consideração para que chegássemos a esses cinco nomes. Tínhamos mais atletas com condições, e isso é muito positivo. Para fechar o grupo levamos em conta quem fazia melhor as duas séries, já que não será mais suficiente ter bom desempenho em uma coreografia apenas. Fizemos vários testes, mudamos posições, ajustamos e essa composição foi a que melhor se adaptou ao que precisávamos”, disse a técnica à CBG.

Antes da viagem a Tóquio, o Brasil ainda deve participar do Grand Prix Israel, nos dias 16 e 17. “Nossa ida depende de trâmites burocráticos relacionados à pandemia [de covid-19]. Fomos convidados, mas o país está fechado para brasileiros. Estamos em contato com a embaixada para conseguir a autorização”, afirmou Camila Ferezin.

Até a entrada no Japão, a equipe estará acompanhada por duas reservas, Barbara Galvão e Gabrielle Moraes. “Como tudo pode acontecer daqui para lá, preferimos manter as reservas agregadas ao grupo principal”, declarou.

O conjunto brasileiro conseguiu a classificação olímpica durante o Campeonato Pan-Americano, em junho, no Rio de Janeiro. Segundo a treinadora, o grande objetivo da delegação é alcançar a final olímpica pela terceira vez, após estar entre os oito melhores nos Jogos de Sydney (2000) e de Atenas (2004).

“A busca da final continua sendo nossa meta. Estamos trabalhando duro e aumentamos bastante nosso nível de dificuldade após a conquista da vaga. Temos conjuntos ágeis, apresentando coreografias com alto valor de dificuldade e sem esquecer, em momento algum, a parte artística. Vamos em frente para conseguir estar na final”, concluiu.

Fonte: Agência Brasil

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Atletismo: João Henrique Falcão garante vaga no 4x400m misto em Tóquio

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) confirmou nesta sexta-feira (9) a presença do velocista piauiense João Henrique Falcão na Olimpíada de Tóquio Japão). Ele herdou a vaga no revezamento 4 x 400m misto do atleta Lucas Carvalho que escolheu disputar apenas os 400m. Os demais classificados para o revezamento 4 x 400m misto são Geisa Coutinho, Tabata Vitorino, Tiffani Marinho, Anderson Henriques e Pedro Burmann. 

Com a confirmação de João Henrique, de 22 anos, a delegação de atletismo conta agora com 54 atletas – sendo 20 mulheres e 34 homens -, o maior número de competidores entre as 311 vagas garantidas pelo país em Tóquio 2020. 

A prova revezamento 4 x 400m misto será disputada pela primeira vez em Olimpíadas. No início de junho, João Henrique faturou a medalha de ouro no revezamento masculino 4 x 400m no Campeonato Sul-Americano, em Guaiaquil (Equador), junto com Bruno Lins, Lucas Carvalho e Pedro Burmann. 

As disputas do atletismo ocorrem entre 29 de julho e 8 de agosto no estádio Olímpico de Tóquio e no Sapporo Odori Park, na cidade de Sapporo, a 800 quilômetros da capital japonesa.

Fonte: Agência Brasil

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