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Educação

Tipos comuns de ajuda financeira

Se você está planejando ir para a faculdade ou pai de uma criança que você espera que vá para a faculdade, tenho certeza de que você está preocupado com a forma como poderá pagar pelo processo. A educação universitária, em muitos casos, é um investimento significativo. A boa notícia é que há muitas opções para a família média quando se trata de pagar os altos custos envolvidos no ensino superior. 

Tipos de Assistência Financeira para Despesas Educacionais 

Bolsas de estudo Você descobrirá que as bolsas de estudo têm diferentes formas e tamanhos e têm todos os tipos de requisitos estranhos para se qualificar para recebê-las. Alguns são baseados na necessidade, enquanto outros são baseados no mérito. Você também descobrirá que existem muitas organizações baseadas na comunidade e na fé que oferecem bolsas de estudo, além de certas corporações que oferecem bolsas de estudo em um gesto de boa vontade aos funcionários e aos filhos de seus funcionários. Estas são uma excelente fonte de financiamento educacional, pois não precisam ser reembolsadas. 

Concessões federais de Pell. Esta é outra fonte de ajuda financeira que não requer reembolso. No entanto, você deve qualificar com base na necessidade, a fim de receber este tipo específico de assistência da faculdade. Você só pode obter uma concessão Pell se você é um estudante universitário de graduação que ainda não obteve um diploma universitário. Existe uma fórmula que é usada para determinar o valor do prêmio para o qual você é elegível. Isso depende muito de seus meios como família e de quanto você pode realisticamente esperar contribuir para o custo de sua educação. 

Empréstimos Isso deve ser usado como um último recurso quando se trata de pagar suas despesas de faculdade, pois isso é dinheiro que deve ser reembolsado com juros. Existem vários tipos de empréstimos que estão disponíveis e você deve considerar cuidadosamente e pesar suas opções antes de tomar um empréstimo. No entanto, se este é o único método que você tem para cobrir o custo de sua mensalidade, será dinheiro bem gasto, uma vez que você tenha conseguido pagar a dívida. 

1) empréstimos estudantis. Existem três tipos diferentes de empréstimos estudantis: empréstimos subsidiados, não subsidiados e Perkins. Você deve qualificar-se para receber um empréstimo não subsidiado, o qual adiará sua acumulação de juros até depois da graduação ou deixará de ser matriculado no número mínimo de horas. Você não precisa, no entanto, qualificar-se para receber um empréstimo estudantil não subsidiado, que começará a acumular juros imediatamente. Se acontecer de você estar em necessidade financeira excepcional, você pode aplicar através de sua universidade para um empréstimo Perkins. Estes são empréstimos a juros baixos que devem ser pagos à universidade. 

2) Empréstimos para os pais. Estes são comumente referidos como empréstimos PLUS (empréstimo parental para estudantes de graduação). Esses empréstimos permitem que os pais empreguem o dinheiro necessário para cobrir os custos da educação que não são cobertos por outros meios de assistência financeira. O reembolso desses empréstimos começa 60 dias após a transferência dos fundos e pode levar até 10 anos. 

3) empréstimos privados. Estes empréstimos não são garantidos e são apenas empréstimos baseados em créditos. No entanto, eles não têm o mesmo escopo limitado que os empréstimos governamentais têm e, em muitos casos, podem ajudar a preencher as lacunas nas despesas educacionais reais e a quantidade de dinheiro que você pode emprestar por meio de oportunidades tradicionais de ajuda financeira. 

Antes de se inscrever para qualquer tipo de ajuda financeira é uma boa idéia para ver um conselheiro de ajuda financeira na universidade que você está planejando para participar. Eles terão as melhores informações sobre os passos necessários para se candidatarem a ajuda financeira em universidades específicas e bolsas exclusivas ou conceder oportunidades que possam estar disponíveis para você através de seu estado ou da faculdade. O ensino superior é um sonho que definitivamente vale a pena ter. Não permita limitações financeiras para mantê-lo longe do seu objetivo, se possível, mas participe de todos os acordos financeiros com muita cautela e reflexão. 

 

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Educação

Escolas Brasileiras No Japão

A maioria das instituições brasileiras de ensino que funcionam no Japão são homologadas e reconhecidas pelo Governo Brasileiro, podendo assim, os alunos, seguirem os estudos ao voltarem para o Brasil,e  os aprovados no Ensino Médio poderão prestar vestibular para ingresso em universidades brasileiras.

No início do movimento dekaseki, muitos brasileiros vieram para o Japão para ficar pouco tempo e retornar para o Brasil, porém com o passar dos anos a realidade da comunidade mudou e passou de dekaseki para imigrante, ou seja muitos não mais retornarão ao Brasil. Porém muitos brasileirinhos que sempre estudaram em escolas brasileiras e agora já se encontram no Ensino Médio, ficam sem uma expectativa de vida, achando que só lhes resta as linhas de produção das empresas japonesas.

A pedido dos representantes da comunidade, o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia japonês reconheceu que o ensino desses colégios “equivale ao ensino ministrado pelas escolas estrangeiras, correspondente ao ensino colegial no Japão”. Na prática, essa decisão do governo japonês significa o reconhecimento legal das referidas instituições como integrantes do sistema educacional japonês, na qualidade de escolas estrangeiras. Isso significa, também, que os estudantes formados nessas instituições podem prestar exames para entrada nas universidades japonesas.

Uma das vantagens de uma instituição brasileira ser reconhecida no Japão, é que os alunos do EM passam a ter direito ao “sistema de subsídio de admissão escolar para ensino médio e similares”, mas somente as escolas registradas como vocacionais (kakushu gakkoo) podem receber a verba. O governo passou a dar ajuda financeira aos alunos do ensino médio, como forma de incentivo para que eles prossigam os estudos nas universidades do Japão. Porém não são todas as escola brasileiras que são reconhecidas pelo Governo Japonês, o que impossibilita os pais dos alunos a receberem tal benefício.

Algumas escolas brasileiras ensinam a língua japonesa em nível avançado, preparam o aluno que esse possa ingressar em uma universidade japonesa, fazendo intercâmbios com universidades japonesas, levando para conhecer escolas técnicas, ao mesmo tempo que mostra a cultura brasileira aos japoneses, como é o caso da Escola Mundo de Alegria de Hamamatsu.

Mas infelizmente as aulas de japonês básico, ministradas na maioria das escolas brasileiras no Japão, não são suficientes para que o aluno ingresse em uma universidade japonesa, inclusive especialistas criticam, dizendo que o Governo deveria avaliar o nível de ensino, e não simplesmente o fato da instituição ser reconhecida ou não.

Enquanto os Governos não tomam uma providência, é necessário que o aluno estude por conta própria para o teste de proficiência de língua japonesa (JLPT), teste de proficiência de língua inglesa (TOEIC), faça o exame de conhecimento referente ao Ensino Médio no Japão. Inclusive dependendo da área escolhida, saber falar outro idioma, como o português e um pouco do espanhol, além do japonês e ou inglês, já é um ponto positivo.

Muitos jovens desconhecem a possibilidade de continuar os estudos no Japão, e por sempre terem estudado em uma instituição brasileira e não enxergarem um futuro além das fábricas japonesas, acabam desmotivados nos últimos anos do colégio. Mas indiferente de nunca ter estudado em um colégio japonês, é possível sim, ingressar em uma universidade japonesa ou mesmo no exterior, mas força de vontade, esforço e apoio (principalmente financeiro) dos pais é muito importante para que isso se realize.

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Educação

Curso Presencial de Forex para Iniciantes no Bunka de Toyota Aichi ken

Entrevista sobre Forex com a professora Amanda Honda dos Investidores Online

INFORMAÇÕES GERAIS

DATA: Dias 21 e 22 de Setembro HORÁRIO: Das 10:00 às 18:00LOCAL: Bunka de Toyota Aichi ken.Sala B

Mais informações: www.investidores.online

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Educação

A importância das artes na educação para um melhor desenvolvimento

As artes têm um papel muito importante na formação integral do aluno, já que são capazes de transformar o estudante por meio da magia, da fantasia, da descoberta e da aventura, possibilitando o desenvolvimento da sensibilidade e da criatividade desde os primeiros anos de vida da criança.

De acordo com os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), as aulas de artes devem contemplar atividades que envolvam as quatro linguagens existentes, são elas: a música, o teatro, a dança e as artes visuais.

No entanto, apesar da recomendação dos PCNs, as instituições de ensino tinham o dever de incluir somente aulas de música ao espaço destinado as artes. Mas, com a recente sanção do Governo Federal –  lei n° 13.278/16 -, as escolas públicas e privadas têm a partir de agora cinco anos para incorporar aulas de teatro, artes visuais e dança ao currículo do ensino básico brasileiro, contemplando a Educação Infantil e os Ensinos Fundamental e Médio. 

Potencializando a criatividade 

O pensamento, a imaginação, a percepção e a sensibilidade de uma criança devem ser trabalhados de forma integrada, favorecendo o desenvolvimento das suas capacidades criativas, de acordo com a  faixa etária.

Ao trabalhar com as arte visuais, é importante envolver o aluno em um contexto social para que ele organize as ideias, invente, crie e construa a linguagem da arte por meio das várias leituras do mundo. Para tanto, é fundamental que o professor compreenda como se dá o processo de criação de cada faixa etária, para que possa propiciar aos alunos a oportunidade de crescer por meio de suas experiências artísticas.

Para estimular o estudante a usar a sua criatividade nas produções, é importante oferecer a ele uma ampla variedade de materiais e ensinar pequenas técnicas, por exemplo, a de misturar as cores. O objetivo não é a formação de artistas profissionais, mas sim de alunos que se enxerguem como construtores e participantes da sua própria aprendizagem de forma criativa. 

Parceria no processo de alfabetização

As artes também têm um papel importante durante o processo de alfabetização, principalmente o desenho, presente no cotidiano das crianças desde os primeiros anos de vida. De acordo com a neurocientista e antropóloga, Elvira Souza Lima, em entrevista para o portal Educar para Crescer, a escrita nada mais é do que desenhar letras e juntá-las em palavras para criar significados. “Uma criança que desenha por 15 minutos todos os dias chega às letras naturalmente, já que o movimento para fazer uma letra de mão (letra cursiva) ou de forma (letra bastão) vem do desenho”, afirma a especialista.

Elvira comenta, ainda, que uma criança que desenha bastante pode evitar dificuldades com a caligrafia quando estiver aprendendo a escrever e indica que tanto a escrita quanto o desenho são atividades que podem continuar lado a lado durante o processo de alfabetização do aluno.

Dança, música e teatro: desenvolvendo o corpo e a mente!

Música: Obrigatória dentro da grade de artes em todas as instituições de ensino desde 2012, a música atua como um estímulo no período de escolarização da criança, pois ajuda na apropriação da linguagem, na concentração, no aprendizado da matemática e no desenvolvimento de habilidades cognitivas, motoras e sociais.

Sonia Regina Albano de Lima, diretora regional da Associação Brasileira de Ensino Musical, (ABEM), em entrevista ao portal Educar para Crescer, explica que “a música contribui para a formação integral do indivíduo, reverencia os valores culturais, difunde o senso estético, promove a sociabilidade e a expressividade, introduz o sentido de parceria e cooperação e auxilia no desenvolvimento motor, pois trabalha com a sincronia de movimentos.”

Dança: Já presente na grade de muitas escolas e também oferecida como atividade extracurricular, a dança é uma das formas mais divertidas e efetivas de ensinar aos alunos, na prática, todo o potencial de expressão do corpo humano. A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Atte Mabel Bottell, enfatizou em reportagem realizada pela Revista Escola, que a dança é um ótimo recurso para desenvolver uma linguagem diferente da fala e da escrita, aumentar a sociabilidade do grupo e quebrar a timidez dos alunos.

Teatro: A linguagem teatral também tem uma atuação importante na formação integral do aluno, pois ajuda a minimizar a timidez, estimula a criatividade e a memorização, aprimora o trabalho em equipe e a habilidade do improviso, além de despertar o interesse da criança e do jovem por textos e autores variados.

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