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Conselho permanente de segurança tem Japão como candidato

O ministro das Relações Exteriores, Toshimitsu Motegi, afirmou na terça-feira (22) a disposição do Japão em contribuir para participar do governo global como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, enquanto defendia a reforma do órgão de tomada de decisão de 15 nações do órgão mundial.

Em uma declaração para marcar o 75º aniversário da fundação das Nações Unidas, Motegi pediu que o número de membros permanentes fosse ampliado para tornar o conselho “um órgão efetivo e representativo” que reflita a realidade da comunidade internacional no século 21 .

Expressando a vontade de Tóquio de assumir um papel de liderança no combate a questões urgentes como a pandemia global de coronavírus, Motegi disse: “O Japão está totalmente preparado para cumprir tais responsabilidades como membro permanente do Conselho de Segurança e contribuir para garantir a paz e a estabilidade do mundo”.

Os estados membros da ONU “não podem ser complacentes com o status quo”, disse ele em uma mensagem de vídeo, pedindo “medidas sérias” a serem tomadas para reformar o conselho para a era pós-COVID-19.

Atualmente, o Conselho de Segurança tem cinco membros permanentes – Grã-Bretanha, China, França, Rússia e Estados Unidos – refletindo a estrutura de poder mundial na época da criação das Nações Unidas após a Segunda Guerra Mundial.

Fonte: Reuters

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Exportações do Japão crescem a ritmo mais rápido

As exportações de produtos do Japão tiveram crescimento em janeiro, visto que elas continuaram a se recuperar de uma crise econômica causada pelo coronavírus, levadas por demanda vigorosa da China e de outros países asiáticos, mostraram dados do governo na quarta-feira (17).

As exportações no mês reportado aumentaram 6,4% em relação ao ano anterior para ¥5,78 trilhões ($54,5 bilhões), alta pelo 2º mês consecutivo, com envios de itens incluindo equipamento para fabricação de chips a países como China e Coreia do Sul continuando a níveis altos, de acordo com dados preliminares divulgados pelo Ministério das Finanças.

O ritmo de crescimento acelerou a partir dos 2% em dezembro, quando as exportações tiveram seu primeiro aumento ano a ano em 25 meses após firmas japonesas terem enfrentado dificuldades com demanda do exterior reduzida devido à pandemia, assim como repercussões das tensões comerciais entre EUA e China.

Exportações para a China cresceram 37,5% para ¥1,23 trilhão no mês reportado, a maior expansão desde um aumento de 41,3% em abril de 2010 quando eles se recuperaram da crise financeira global. Envios para a Ásia como um todo cresceram 19,4% para ¥3,37 trilhões.

Fonte: News and Culture

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Turismo no Japão caiu mais de 50% em 2020

A Agência de Turismo do Japão anunciou na quarta-feira (17) que os gastos com viagens dos japoneses em 2020 foram de ¥9,89 trilhões, uma queda de ¥54,9% em relação ao ano anterior. O número de viajantes foi de 291,7 milhões.

Tanto o número de viajantes quanto os gastos com viagens foram os piores desde o início das análises em 2010. No mês de maio, foi registrada a pior queda no ano inteiro: 89,2%. Com o início da campanha Go To Travel, o turismo voltou a acelerar até novembro, mas, em dezembro, a situação piorou e a queda ficou abaixo dos 50%.

Fonte: Nikkei

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Japão têm pacote de estímulo adicional para a ecomomia

O Japão pode considerar novo estímulo econômico, incluindo um possível quarto orçamento extra, visto que o governo expande o estado de emergência em meio a um aumento recorde de infecções por coronavírus, disse um proeminente ministro do Gabinete.

“Repentinamente a demanda se foi, então acho que o governo, se necessário, estará disposto a injetar dinheiro na economia”, disse Taro Kono, ministro de reforma administrativa e regulatória, em uma entrevista na conferência Reuters Next.

O Japão fez melhor que os EUA e Europa em gerenciar o surto de coronavírus, mas o governo também deve considerar crescimento, visto que “não podemos matar a economia”, disse Kono.

Na quarta-feira (13), o primeiro-ministro Yoshihide Suga expandiu o estado de emergência da área de Tóquio para mais 7 províncias em meio a críticas de que seu governo havia agido muito lentamente para reduzir a propagação da pandemia.

Fonte: Japan Today

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