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Mais de 65 mil desempregados no Japão

Mais de 65 mil desempregados no Japão

O MHLW-Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar divulgou o total acumulado, incluindo a previsão, de 65.121 pessoas demitidas ou que tiveram o contrato suspenso, por conta da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus.

No geral, houve aumento de 1.774 cortes em relação à semana anterior. Cerca de 50% são de trabalhadores não regulares, como arubaitos. Por setor, a indústria da transformação tem o maior número, com 11.623 pessoas. Em segundo vem o segmento de restaurantes e bares com 10.207, depois o varejo com 8.964, hotelaria com 8.107 e haken – empreiteiras e empresas apresentadoras de pessoal – com 4.775 pessoas.

Fonte: Chunichi e Fukui Shimbun

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Trabalhadores no Japão buscam a área de agricultura

Uma empresa de RH sediada em Tóquio disse que a pandemia de coronavírus levou mais pessoas no Japão a buscarem trabalhos na área da agricultura.

A Mynavi Corporation lançou um app de procura de emprego em 2019 para aqueles buscando trabalho para mexer na terra. O objetivo era conectá-los a companhias agrícolas que enfrentavam escassez de mão de obra com o declínio da população rural.

Segundo a companhia, cerca de 13 mil pessoas haviam se cadastrado através do app desde o fim de janeiro, um aumento de 10 vezes ano a ano.

A Mynavi disse que pessoas na faixa dos 20 a 30 anos contaram por cerca da metade dos que buscam emprego.

A empresa cita os efeitos da pandemia como razões para o aumento. Essas incluem salários em queda, assim como maior âmbito em onde trabalhar, visto que mais companhias encorajam o teletrabalho.

Fonte: NHK

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Falências relacionadas à pandemia chegam a 1,3 mil

De acordo com uma empresa de pesquisa de crédito, mais de 1,3 mil empresas no Japão faliram desde fevereiro do ano passado devido à pandemia de coronavírus.

Segundo a Teikoku Databank, o cálculo foi de 1.301 desde a segunda-feira (12) e isso incluiu companhias que declararam falência ou suspenderam operações para iniciar processos de liquidação.

Bares e restaurantes ficaram no topo da lista de indústrias com 218 casos, seguidos por empresas de construção com 117 e hotéis e pousadas com 87.

O número vem aumentando desde a terceira onda de casos no fim do ano passado. Em março houve o maior número de falências, a 172, seguido por fevereiro com 134 e janeiro 125.

A Teikoku Databank disse que um crescente número de empresas optou por declarar falência porque elas não tinham perspectivas de recuperar os negócios. Muitas disseram que não podiam mais continuar dependendo apenas de assistência pública.

Fonte: NHK

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FMI: economia do Japão pode resistir à mudança de planos na Olimpíada

Cancelar ou adiar os Jogos Olímpicos de Tóquio provavelmente não afetará muito a economia do Japão, mas pode exigir que o governo ofereça apoio direcionado para pequenas empresas duramente atingidas, disse uma autoridade do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Embora o governo planeje prosseguir conforme o programado, um novo aumento nas infecções por coronavírus e a lenta distribuição de vacinas têm aumentado preocupações sobre o destino da Olimpíada, com início marcado para julho após o adiamento no ano passado.

“Uma mudança nos planos para a Olimpíada teria impacto limitado nas perspectivas gerais de crescimento de curto prazo, dado que o Japão é uma economia grande e diversificada”, disse Odd Per Brekk, vice-diretor do departamento do FMI para a Ásia e o Pacífico.

A maior parte da infraestrutura necessária para os Jogos já está instalada, e o impacto esperado no crescimento decorrente da dissolução do turismo seria pequeno, acrescentou.

“Dito isso, devemos estar cientes de que o cancelamento dos Jogos Olímpicos teria um impacto desproporcional no setor de serviços em Tóquio, especialmente entre empresas de pequeno e médio porte”, disse à Reuters em entrevista por escrito na terça-feira.

O governo pode precisar oferecer apoio a essas empresas, já que análises baseadas em pesquisa sugerem que o cancelamento das Olimpíadas pode reduzir o crescimento das vendas em mais de 5%, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil

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