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Esporte

Jogos: Brasil na final da ginástica artística, mas longe do pódio

O Fluminense Caio Souza terminou na 17ª posição na final do individual geral masculino de ginástica artística. A competição foi realizada nesta quarta-feira (28) no Centro de Ginástica de Ariake, no distrito de Ariake, na capital Tóquio. Já o paulista Diogo Soares foi o 20° colocado. Estiveram na disputa 24 competidores que saltaram em busca de medalha na decisão.

Diogo, de 19 anos, caçula da ginástica artística, somou um total de 81.198 pontos, enquanto Caio finalizou sua participação com 81.532 pontos na tabela de classificação.

Quem levou a medalha de ouro foi o japonês Daiki Hashimoto, com 88.465 pontos, já o chinês Ruoteng Chiao somou 88.065 pontos e levou a prata. Já Nikita Nagornyy, do Comitê Olímpico Russo (ROC), colocou a medalha de bronze no peito após fazer 88.031 pontos.

Fonte: Agência Brasil

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Esporte

Tóquio: Stefani e Pigossi vencem EUA de virada e avançam às semifinais

A dupla brasileira de tênis feminino formada por Laura Pigossi e Luisa Stefani se classificou nesta quarta-feira para as semifinais dos Jogos de Tóquio ao derrotar de virada as norte-americanas Jessica Pegula e Bethanie Mattek-Sands por 2 sets a 1, em 1h26min de partida.

Com o resultado, a dupla já iguala o melhor resultado do tênis brasileiro na história dos Jogos Olímpicos, que foi a semifinal de Fernando Meligeni em Atlanta 1996.

“Jogamos com alma e coração. Desde o começo estamos falando que queremos trazer a medalha para o Brasil. E não é qualquer medalha, queremos a de ouro. Viemos com uma missão, não importa com quem a gente jogue”, afirmou Laura, de acordo com nota do Time Brasil. “Antes de vir para cá, falamos que tínhamos que entrar com autoridade, e não tinha nenhuma adversária que falássemos que não dava para ganhar. O principal é continuar com essa energia e acreditando que vamos conseguir levar essa medalha para casa.”

A dupla brasileira não começou bem o jogo e perdeu o primeiro set em 24 minutos. Mas depois veio a reação e, desde o início da segunda parcial, sempre se manteve na dianteira do placar e fechou o jogo no tiebreak.

“O tênis é assim, temos momentos altos e baixos durante o jogo. Elas estavam jogando muito firme, devolvendo bem, colocando pressão, e nós não estávamos nos encontrando. Isso acontece. Sabia que uma hora teríamos condições de entrar no jogo, e foi o que aconteceu no segundo set”, declarou Luisa.

Fonte: Agência Brasil

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Esporte

Rayssa Leal, a Fadinha, fatura prata no skate street em Tóquio 2020

A maranhense Rayssa Leal, a Fadinha, de 13 anos, conquistou a prata na madrugada desta segunda-feira (26) no skate street na Olimpíada de Tóquio (Japão), se tornando a medalhista mais jovem do país na história da participação brasileira nos Jogos. Natural de Imperatriz (MA), a atleta marcou 14,64 na somatória, e só foi superada pela dona da casa Nishiya Momiji (15.26), também de 13 anos. Outra japonesa, Funa Nakayama, de 16 anos, levou o bronze (14.49). As disputas ocorreram no Parque de Esportes Urbano de Ariake.

Fadinha encantou nas manobras e na descontração: sorridente ele chegou a dançar algumas vezes, sem se deixar abater pela pressão da decisão por medalha. Estratégia que lhe garantiu a prata, a segunda do Brasil no skate street – no sábado (25) Kelvin Hofler conquistou a primeira.

“ Eu estou muito feliz, esse dia vai ser marcado na história. Eu tento ao máximo me divertir porque eu tenho certeza de se divertindo as coisas fluem, deixa acontecer naturalmente, se divertindo”, disse a skatista ao site do Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Sensação nos Jogos de Tóquio, Fadinha chegou nos últimos dias a mais de dois milhões de seguidores nas redes sociais. Agora medalhista olímpica, ela acredita que poderá influenciar mais meninas a praticarem a modalidade. 

“Saber que muitas meninas já me mandaram mensagem no Instagram falando que começaram a andar de skate ou os pais deixaram andar de skate por causa de um vídeo meu, eu fico muito feliz porque foi a mesma coisa comigo. Minha história e a história de muitas outras skatistas que quebraram todo esse preconceito, toda essa barreira de que o skate era só para menino, para homem, e saber que estou aqui e posso segurar uma medalha olímpica, é muito importante para mim”, concluiu.

Ficaram pelo caminho

Outras duas brasileiras competiram na primeira fase, mas não se classificaram entre as oitos primeiras colocadas que avançaram à final. Pâmela Rosa, líder do ranking mundial no street, foi a primeira brasileira a se apresentar, na terceira bateria. A atleta ficou em décimo lugar, com total de 10.06 pontos. Momentos depois da disputa, Pâmela postou em rede social uma foto do tornozelo esquerdo, muito inchado e com hematomas. A atleta explicou que sofreu uma lesão na reta final da preparação e agradeceu o apoio da torcida brasileira.  

Já a experiente Letícia Bufoni, número 4 do ranking, se apresentou com Rayssa Leal na quarta e última bateria, mas também não conseguiu nota suficiente para ir à final: totalizou 10.91 pontos, ficando em nono lugar.

Fonte: Agência Brasil

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Esporte

Naomi Osaka é eliminada do torneio de tênis da Olimpíada de Tóquio

Grande esperança japonesa de medalha de ouro no tênis, Naomi Osaka foi eliminada nesta terça-feira na terceira rodada do torneio olímpico da Tóquio 2020 e reconheceu que não soube lidar com a pressão da ocasião.

Tenista número dois do mundo, Osaka foi derrotada por 6-1 e 6-4 pela tcheca Marketa Vondrousova em um resultado surpreendente que impôs um golpe nas esperanças japonesas de conquistar uma chuva de ouros na Olimpíada disputada em casa.

A Tóquio 2020 foi o primeiro torneio de Osaka desde que ela desistiu de Roland Garros em maio, quando ela anunciou que sofre de depressão há quase três anos.

Osaka havia dito que não participaria de entrevistas coletivas para aumentar a conscientização sobre a importância do bem-estar mental dos atletas, mas falou com os jornalistas após sua derrota.

“Definitivamente sinto que havia muita pressão dessa vez”, disse ela. “Acho que talvez tenha sido porque eu nunca tinha disputado uma Olimpíada antes e a primeira ser aqui foi um pouco demais”. “Mas acho que estou feliz com a forma que joguei… tendo tido esse intervalo que eu tive. Tive longos intervalos antes e consegui me sair bem”, acrescentou. “E não estou dizendo que me saí bem agora, mas eu sei que minhas expectativas eram muito maiores do que foi meu resultado. Então… acho que minha atitude não foi tão boa, mas eu realmente não sabia como lidar com a pressão… então isso foi o melhor que eu podia fazer nesta situação”, disse. “Para mim, estou muito feliz de estar aqui. Estou triste por ter perdido, é claro, mas no geral estou realmente feliz com minha primeira experiência olímpica.”

A chave feminina de tênis dos Jogos agora não tem mais as duas principais cabeças de chave, depois de a tenista número um do mundo e atual campeã de Wimbledon Ash Barty ser derrotada no domingo, ainda na primeira rodada.

Osaka, que acendeu a pira olímpica na cerimônia de abertura dos Jogos, pareceu não se encontrar na quadra azul em Tóquio e nunca conseguiu estabelecer um ritmo enquanto Vondrousova se impunha na partida.

A japonesa cometeu 18 erros não forçados ao longo do jogo, o triplo dos erros da adversária.

Fonte: Agência Brasil

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