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Esporte

Japão faz bonito no Aberto de tênis nos EUA

A vitória de Naomi Osaka no Aberto dos EUA foi saudada no domingo (13) pela mídia e autoridades japonesas, que receberam bem sua campanha pelas vítimas da injustiça racial e contra a brutalidade policial, publicou a France-Presse. 

A emissora pública NHK interrompeu seu programa de notícias regular para mostrar a notícia do último triunfo da jovem de 22 anos no Grand Slam, depois que ela derrotou Victoria Azarenka por 1-6, 6-3, 6-3 para somar à vitória no Aberto dos Estados Unidos de 2018 e o Aberto da Austrália de 2019.

A mídia e outros também apoiaram o protesto de Osaka, de 22 anos, contra o racismo dentro e fora das quadras.
“A vitória representa o sentimento das famílias enlutadas que esperam evitar uma repetição das tragédias e mudar a sociedade”, publicou o jornal Mainichi.

Fonte: Alternativa Online
Osaka entrou na quadra antes da final usando uma máscara com o nome de Tamir Rice, um garoto afro-americano de 12 anos que foi morto a tiros por um policial branco em Cleveland, Ohio, em 2014.
Osaka, de ascendência japonesa e haitiana, usou máscaras diferentes em cada uma de suas sete partidas no torneio, homenageando as vítimas de injustiça racial e brutalidade policial.

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Esporte

Diretor olímpico renuncia, após comentário machista

Às 15h de sexta-feira (12), o Comitê Olímpico Japonês (JOC) fez uma coletiva extraordinário para anunciar a renúncia de Yoshiro Mori, diretor do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio.

No dia 3 deste mês, o Comitê Olímpico Japonês (JOC) realizou uma reunião online de conselho extraordinária onde 51 membros participaram. Durante a reunião, que foi aberta para a imprensa, Yoshiro Mori, diretor do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, disse: “Quando tem muita mulher, as reuniões do conselho ficam longas” e outros comentários sexistas.

O comitê olímpico recebeu diversas críticas de pessoas, empresas e mídias tanto no Japão quanto no exterior pedindo a renúncia do diretor. Na quinta-feira (11), o diretor relatou à imprensa que anunciaria sua renúncia na coletiva de hoje.

“Eu causei uma confusão enorme devido ao meu comentário inapropriado. Peço desculpas por ter causado um transtorno enorme ao pessoal da diretoria, do conselho e a muitas outras pessoas”, foram as primeiras palavras de Mori. “Conforme já saiu na imprensa, hoje eu anuncio minha renúncia”, completa.

“Hoje eu estou aqui para anunciar a renúncia do cargo de diretor. O mais importante é realizar as Olimpíadas impecavelmente em julho. Se eu estiver presente (na diretoria), vou só atrapalhar os preparativos”, disse em seguida.

“Eu, como diretor, vinha realizando os preparativos para realizar as Olimpíadas e Paralimpíadas, mas disse coisas inapropriadas. Acho que é um problema de interpretação, mas se falo isso vou ser criticado. Eu vim apoiando as mulheres no esporte e criei oportunidades das mulheres se pronunciarem mais que os homens”, continua.

“(O comitê) Tem a proporção quase perfeita de homens e mulheres. Nunca tive a intenção de desrespeitar as mulheres. Isso será um marco vergonhoso em toda a minha história de 83 anos”, disse.

“Enquanto eu tiver energias, vou continuar apoiando o esporte”, termina o diretor.

Fonte: NHK

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Esporte

Cantar não pode: organizadores divulgam regras para Jogos de Tóquio

Autoridades olímpicas divulgaram nesta quarta-feira (3) a primeira das muitas regras anti-covid-19 dos Jogos de Tóquio, proibindo brados e cantos durante os eventos e obrigando os participantes a usarem máscaras “o tempo todo”, menos para comer, dormir ou ao ar livre.

As medidas, que também incluem regras que proíbem autoridades e equipes de federações internacionais de usarem o transporte público sem permissão, dificilmente acalmarão o público japonês, receoso e cada vez mais resistente a sediar a Olimpíada durante uma pandemia global.

Autoridades admitiram que os Jogos de Verão em Tóquio serão “diferentes” de qualquer Olimpíada anterior, mas reiteraram que conseguirão realizar o evento adiado com segurança neste ano.

“Haverá uma série de limitações e condições que os participantes terão que respeitar e seguir, que terão um impacto em sua experiência, particularmente quando se trata do aspecto social do que a experiência olímpica pode ser”, disse Pierre Ducrey, diretor de Operações dos Jogos Olímpicos do Comitê Olímpico Internacional (COI).

A Olimpíada de Tóquio foi adiada em um ano devido à pandemia do novo coronavírus em 2020, e está programada para começar em julho.

As novas regras do “manual” publicado conjuntamente pelos organizadores da Olimpíada de Tóquio, pelo COI e pelo Comitê Paralímpico Internacional vão dos protocolos de lavagem frequente das mãos à desinfecção de mesas antes de refeições.

Também se exigirá que delegações e equipes escolham uma autoridade de ligação da covid-19 que terá que fazer com que os participantes obedeçam as diretrizes.

Fonte: Agência Brasil

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Entretenimento

Presidente do COI no Japão

Redução de US$ 284 milhões em gastos nos Jogos de Tóquio

É a sua primeira visita depois do anúncio de adiamento das Olimpíadas e Paralimpíadas para o próximo ano, a partir de 23 de julho.

Já adiantou que não pensa em cancelar o maior evento esportivo do mundo, mesmo diante do aumento de novos casos nos EUA, Europa e Japão. Teve reuniões com o Primeiro-Ministro, com a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, e com o presidente do comitê olímpico local.

Com o Primeiro-Ministro, devem ter trocado opiniões sobre medidas contra a infecção do novo coronavírus, como o fornecimento de vacinas para cada país e região, além dos contra ataques cibernéticos voltados para as Olimpíadas.

Fonte: ANN e Chunichi

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