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Destaques

Japão declara estado de emergência em sete regiões por causa do coronavírus

Medida atingirá cerca de 44% da população japonesa. Governo também anunciou um pacote financeiro que prevê o investimento de 108 trilhões de ienes (cerca de R$ 5 trilhões).

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, declarou nesta terça-feira (7) estado de emergência com duração inicial de um mês para Tóquio e outras seis regiões do país, como forma de combater a aceleração do número de casos de Covid-19. As medidas atingem quase 50 milhões de pessoas, o que equivale a 44% da população japonesa.

Além de Tóquio, são atingidas pelas medidas: a metrópole Osaka (oeste), Kanagawa, Saitama, Chiba, Hyogo e Fukuoka.

O Japão registra quase 4.000 casos confirmados e 80 mortes. Apesar de ser vizinho de China, berço do novo coronavírus, o país foi muito menos afetado até o momento pela pandemia de Covid-19 que a Europa ou Estados Unidos.

O governo japonês também anunciou um pacote financeiro que prevê o investimento de 108 trilhões de ienes (cerca de R$ 5 trilhões), o equivalente a cerca de 20% da produção econômica do país. O pacote é um dos maiores do mundo para aplacar a crise econômica deflagrada pela pandemia, superando os 11% do desempenho econômico dos Estados Unidos previstos para conter a crise, e os 5% da Alemanha.

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Destaques

Japão pede a governos locais medidas para acelerar vacinação

O governo central do Japão está pedindo aos governos locais que criem suas próprias medidas para acelerar as campanhas de vacinação contra a covid-19.

O Japão espera que mais governos locais aprendam com aqueles que já implementaram suas próprias medidas adicionais. O objetivo do governo central é que todos os idosos do país estejam imunizados até o fim de julho.

O site oficial do Gabinete do primeiro-ministro lista projetos que estão sendo realizados em todo o país para garantir os profissionais da saúde necessários para fazer as imunizações.

Na província de Nara, equipes com cerca de cinco médicos em treinamento são enviadas aos locais de vacinação para atuar sob a orientação de médicos supervisores.

Na cidade de Yamato, na província de Kanagawa, equipes de vacinação são enviadas às comunidades localizadas a grandes distâncias de estações de trem e que têm poucas instituições médicas.

O site também divulga métodos para acelerar os programas de vacinação.

Na cidade de Soma, na província de Fukushima, autoridades locais designaram dias e horários diferentes a cada distrito para a reserva da imunização. Também estão transportando de ônibus, até os centros de vacinação, os moradores  elegíveis para receber a dose. 

Em um centro de vacinação na cidade de Chofu, em Tóquio, os médicos acomodam os idosos em uma fila de cadeiras e passam entre eles aplicando as doses.

Fonte: Agência Brasil

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Destaques

Johnson & Johnson interrompe desenvolvimento de vacina

Johnson & Johnson interrompe desenvolvimento de vacina

Na manhã de terça-feira (13), horário japonês, a Johnson & Johnson informou que interrompeu temporariamente o desenvolvimento de vacina contra coronavírus. A empresa já havia entrado no estágio final e muitos especialistas tinham expectativa na pesquisa.

A empresa explica que o motivo foi “o surgimento de doenças (e sintomas) inesperadas sem explicação entre os participantes dos testes”. Devido ao imprevisto, todos os testes com vacinas foram encerrados.

No fim de setembro, a Johnson & Johnson iniciou os testes finais em diversos países e pretendia examinar até 60 mil pacientes. Atualmente, o sistema online de participação foi encerrado e os dados estão sendo investigados por questões de segurança. A empresa não cedeu detalhes sobre as “doenças sem explicações”.

Fonte: NHK

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Business

Mais de 65 mil desempregados no Japão

Mais de 65 mil desempregados no Japão

O MHLW-Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar divulgou o total acumulado, incluindo a previsão, de 65.121 pessoas demitidas ou que tiveram o contrato suspenso, por conta da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus.

No geral, houve aumento de 1.774 cortes em relação à semana anterior. Cerca de 50% são de trabalhadores não regulares, como arubaitos. Por setor, a indústria da transformação tem o maior número, com 11.623 pessoas. Em segundo vem o segmento de restaurantes e bares com 10.207, depois o varejo com 8.964, hotelaria com 8.107 e haken – empreiteiras e empresas apresentadoras de pessoal – com 4.775 pessoas.

Fonte: Chunichi e Fukui Shimbun

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