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Tecnologia

Grupo japonês apresenta nova tecnologia que gera energia elétrica a partir da rotação dos pneus

O grupo japonês Sumitomo Rubber Industries, detentor das marcas de pneus Dunlop e Falken, anunciou uma nova tecnologia para gerar energia elétrica a partir da rotação de um pneu. A descoberta surgiu através de pesquisa realizada em conjunto com a Universidade de Kansai no Japão.

A geração de energia é dada a partir da instalação de um dispositivo (coletor de energia) dentro do pneu que é capaz de converter eletricidade estática em energia limpa.

Esse novo dispositivo tira proveito de um tipo específico de eletricidade estática, chamada carga friccional, para gerar energia elétrica com eficiência cada vez que há a deformação natural do pneu após ele deixar sua “pegada” no solo. A Sumitomo acredita que essa tecnologia possui um grande potencial para aplicações práticas como fonte de energia para várias ferramentas digitais automotivas.

Após lançar o “Smart tyre concept”, um novo conceito de desenvolvimento de tecnologia de pneus que visa responder às grandes mudanças que ocorrem na indústria automotiva e realizar eventos de cunho sustentável como os projetos “Desempenho de Segurança Cada Vez Maior” e “Desempenho Ambiental Cada Vez Maior”, a Sumitomo Rubber Industries está trabalhando para introduzir novos serviços de soluções automotivas que aproveitam a grande variedade de dados obtidos com ferramentas digitais.

A empresa está confiante de que os resultados desta última pesquisa levarão a aplicações práticas para esta nova tecnologia como fonte de energia para sensores usados nos pneus, como os já existentes Sistemas de Monitoramento da Pressão, e outros dispositivos automotivos, contribuindo para a criação de futuros serviços que fazem uso de ferramentas digitais sem qualquer necessidade de baterias.

Em outubro de 2018 este tema de pesquisa já havia sido selecionado pela Agência de Ciência e Tecnologia do Japão em um programa de apoio à projetos realizados conjuntamente entre empresas e institutos acadêmicos, que visam realizar estudos de viabilidade e aplicação para o desenvolvimento de novas tecnologias.

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Entretenimento

Templo budista no Japão contrata robô para passar ensinamentos

Já imaginou entrar num templo budista de 400 anos e dar de cara com um robô os passando ensinamentos? O templo de Kodaiji, em Kyoto, contratou um androide de 100 milhões de ienes (R$ 3,4 milhões) para atrair os jovens.

Cada sermão pré-programado vem dos Sutras do Coração em japonês, com versões traduzidas para inglês e chinês para turistas. O androide, chamado Mindar, é o resultado de uma colaboração entre o templo e o professor de robótica inteligente da Universidade de Osaka, Hiroshi Ishiguro.

Os administradores do templo pediram à equipe do professor Ishiguro que desenvolvessem um androide que pudesse pregar os ensinamentos budistas de uma maneira facilmente compreensível para “ajudar a dar paz de espírito a pessoas com problemas”. Mindar conta com uma câmera de vídeo no olho esquerdo, o que permite que ele tenha “contato visual” com as pessoas que recebem o ensinamento.

O androide até já ganhou um apelido místico pelo templo: Kannon, a versão japonesa do bodisatva Guanyin, a divindade da misericórdia, que segundo a tradição pode se transmutar em várias formas para ajudar as pessoas. “Desta vez, Kannon se transformou em um androide”, afirmou um porta-voz do templo ao site Asahi Shimbun.

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Tecnologia

Fábricas de verduras nas cidades

Unidades agrícolas automatizadas surgem nos arredores dos municípios japoneses para suprir demanda de alimentos de origem vegetal.

O território limitado do Japão faz com que o país tenha de buscar alternativas para a sua produção agrícola. Uma delas é o desenvolvimento de fábricas de vegetais com luz artificial. Trata-se de um sistema que avança também em outras partes do mundo. Porto Alegre, por exemplo, conta com a iniciativa no restaurante Urban Farmcy, que cultiva rabanete, mostarda, rúcula, capuchinha, couve e rabanete em módulos — um deles dentro de um supermercado da Capital.

No Japão, porém, a produção é em grande escala. Em um edifício em uma área industrial entre Kyoto e Osaka, no oeste do Japão, a empresa Spread faz brotar cerca de 11 milhões de alfaces por ano — 30 mil por dia — com atuação de apenas 25 funcionários. 

Tudo acontece em uma sala asséptica, cheia de prateleiras enormes e longas. Autômatos movem alfaces de um lugar para outro ao longo do dia. À medida que crescem, elas são mudadas para locais com as condições de luminosidade, temperatura e hidrometria adaptadas a esse estado de desenvolvimento. E sem pesticidas ou solo. Simplesmente com água enriquecida com nutrientes.

Tecnologia se espalha pelo país

A Spread começa a reproduzir o mesmo esquema em outras áreas no Japão para maximizar a produção para consumo local. Está construindo uma fábrica em Narita, perto de Tóquio, na província de Chiba, danificada no ano passado por dois poderosos tufões. Outros locais estão em projeto. A exportação também faz parte de seus planos.

— Você pode exportar facilmente nosso sistema de produção para um país de clima muito quente, ou frio, para cultivar alface — garantiu.

Com a construção de uma “fábrica de alface” do mesmo tamanho (32 mil pés por dia) na província de Fukushima, a Mitsubishi Gas Chemical espera ingressar em breve nesse setor, chamado “smart-agri”, em que também são usados dispositivos de vigilância remota e drones.

No momento, o Japão tem cerca de 200 “fábricas de alface” com luz artificial, mas a maioria é pequena. Segundo a empresa de estudos especializados Innoplex, serão 400 em 2025.

As alfaces são fáceis de produzir em condições artificiais. Morangos, tomates e outras hortaliças podem ser cultivadas da mesma maneira, com sistemas controlados por computador.

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Ciência

Tobacco lança aparelho vaporizador para “fumar” cafeína

A Japan Tobacco (JT), através da subsidiária Breather, lançou um aparelho vaporizador de cafeína, parecido com cigarro eletrônico, destinado a pessoas que querem eliminar o sono ou aumentar a concentração no trabalho.
O aparelho, chamado Ston, está à venda somente em lojas online, incluindo a Amazon Japan, e custa ¥6.600. Um kit de três cartuchos com cafeína líquida sai pelo preço de ¥1.980. Cada cartucho equivale a cerca de 250 tragadas.
Segundo a Japan Tobacco, tragar o vapor do aparelho traz um efeito bem mais rápido do que ingerir café ou bebidas energéticas.

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