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Gatos e Diabetes Felinos

Os gatos são um dos animais de estimação mais populares na América do Norte. Eles são animais de estimação amorosos, capazes de lhe proporcionar anos de companheirismo. Como outros animais de estimação, os gatos podem ficar doentes. Existem vários tipos diferentes de doenças que os gatos podem ter, um dos quais é o diabetes felino. Diabetes felino é uma doença grave, embora possa ser tratada por um veterinário. 

O diabetes é mais comum em humanos do que em gatos ou outros animais. A causa do diabetes é realmente muito simples. Açúcar ou glicose é encontrado no sangue. O nível de açúcar no sangue no corpo ou no animal é mantido sob controle pelo hormônio insulina, que o pâncreas produz. Quando o pâncreas não produz insulina suficiente, o diabetes é o culpado. 

Os sintomas da diabetes felina variam. Os sintomas mais comuns incluem aumento da urina e aumento da sede. Outros sintomas do diabetes felino incluem perda de apetite, perda de peso e uma pelagem fraca. Um aumento na sede é fácil de detectar, pois você pode facilmente notar o prato de água vazio durante todo o dia. 

Se você não receber o tratamento do gato por diabetes felino imediatamente, o gato acabará se tornando inativo, vomitará regularmente e, eventualmente, entrará em coma. Por outro lado, se você receber a diabetes tratada a tempo, o gato provavelmente levará uma vida normal e saudável. Tenha em mente que o tratamento não acontece durante a noite – leva tempo e dedicação. 

Gatos que têm diabetes felina precisam receber comida na mesma hora todos os dias. Eles devem ser impedidos de sair também. Se o seu gato tiver diabetes, você precisará dar a ele injeções de insulina uma ou duas vezes ou um dia. Uma vez que seu veterinário verifica seu gato, ele lhe dirá quantos tiros e quanta insulina você precisa dar ao seu gato. 

Antes de dar ao seu gato a injeção de insulina, você deve sempre certificar-se de que ele tenha comida primeiro. Se ele não tiver comido e você lhe der um tiro de qualquer maneira, ele pode acabar com um choque hipoglicêmico. Isso também pode ocorrer de muita insulina também. Uma hipoglicemia pode ser realmente perigosa e deve ser evitada a todo custo. Se seu gato recebe um choque hipoglicêmico e você não está por perto, ele pode acabar morrendo. 

Se você tem que dar injeções de insulina ao seu gato devido a diabetes felina, você deve sempre manter um olhar atento sobre ele depois de ter administrado o tiro. Depois que seu gato estiver em uso de insulina por um período de tempo, seu veterinário pode reduzir a quantidade de insulina. Mesmo que ele tenha que permanecer com insulina pelo resto de sua vida, ele levará uma vida saudável. 

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Parlamento japonês quer reduzir abandono de animais de estimação com uso de microchips

O parlamento japonês Dieta aprovou um projeto de lei exigindo que criadores de cães e gatos – e voluntariamente donos de animais de estimação – usem microchips para reduzir o número de animais abandonados.

Muitas pessoas têm compartilhado vídeos em que são praticados abusos contra animais na internet. E isso originou um impulso para a mudança na lei. 

Aqueles que ferirem ou matarem animais de estimação poderão ser presos por até 5 anos ou terão que pagar uma multa de ¥5 milhões. O período de prisão antes da mudança era de 2 anos e a multa era de até ¥2 milhões. 

A nova lei também proíbe que cães e gatos sejam vendidos até que tenham pelo menos 56 dias de idade, já que especialistas apontam que os animais separados da mãe no início de suas vidas tendem a morder mais e desenvolver outros problemas. Consta que uma legislação semelhante existe em algumas partes da Europa. Antes desta mudança, cães e gatos não podiam ser vendidos no Japão até que tivessem pelo menos 49 dias de idade. 

As vendas diretas entre criadores e proprietários de espécies protegidas de cães japoneses, incluindo cães Shiba e Akita, não estão sujeitas às novas regras. A lei de proteção animal é revisada a cada cinco anos. A exigência de vendas de 56 dias entrará em vigor em dois anos após a promulgação da legislação revisada, enquanto outros regulamentos entrarão em vigor dentro de um ano.

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Conheça a raça Akita

O Akita Inu é uma das raças de cães mais antigas que existe, natural do Japão, esse cãozinho vem fazendo muito sucesso por todo o mundo por conta de sua pelugem e grande porte.

Os Akitas são cães de grande porte que podem variar entre 58 à 80 cm, pesando até 54kg. Possuem pelugem dupla, muitos pelos e se destacam pela característica de terem as regiões das bochechas, pescoço, peito e cauda sempre brancas, independente de qual for a cor do restante de seus pelos.

Os Akitas são conhecidos por serem muito corajosos, inteligentes e independentes, por isso, são utilizados como cães policiais no Japão. Porém, ele também é muito protetor e amigável com aqueles com quem possui confiança e pode ser um ótimo companheiro para quem cuidar deles desde filhotinhos. Essa raça não costuma se dar bem com estranhos e, quando se tem crianças em casa, é preciso tomar certo cuidado, uma vez que esse cão não gosta muito de movimentos bruscos, puxões ou apertos. Eles são cães silenciosos, que gostam de ficar ao ar livre e precisam de pulso forte.

Por ser uma raça muito independente, os donos de Akita precisam deixar muito claro os seus limites e treiná-lo desde pequenininho. Eles gostam muito de aprender, e se treinados da maneira correta, será muito fácil ensiná-los a respeitar as regras da casa e até mesmo alguns truques.

A expectativa de vida de um cão Akita varia em torno dos 12 anos e é essencial que ele tenha espaço para se exercitar. Por serem cães de grande porte, os Akitas comem bastante e sentem fome em períodos mais curtos de tempo, por isso, é importante sempre manter os potinhos de rações cheios. Mas tome cuidado, o excesso de ração também pode fazer mal ao peludinho e deixá-lo doente

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Aprovado transporte de animais de estimação em metrô e ônibus

A proposta é de autoria do deputado distrital Daniel Donizet (PSDB). O texto foi publicado no Diário Oficial da Casa (DCL) desta terça-feira (16) e prevê que o animal esteja em uma caixa apropriada durante o transporte.

Para o parlamentar, o embarque de pets no transporte público é uma demanda da população carente. “A população de baixa renda, muitas vezes, não tem carro e fica sem condições de levar o animal de estimação para consultas e vacinas”, afirma o deputado.

“O único hospital público veterinário do DF fica em Taguatinga. Para quem mora em Brazlândia, por exemplo, fica complicado. A ideia desta lei é resolver esse tipo de problema.” 

Regras e restrições

Se o projeto for aprovado do modo que está, o embarque será permitido a até dois animais por veículo, e a viagem do passageiro não terá custo adicional. O projeto não se refere a cães-guias, por exemplo, que já têm autorização de transporte prevista em lei.

Ficará proibido, no entanto, o embarque de animais peçonhentos, ferozes e os que, de alguma forma, “provoquem desconforto ou comprometam a segurança do veículo”. O texto não detalha quais espécies serão vedadas.

Outra restrição citada é referente ao horário de uso do serviço. Os animais não poderão ser transportados em horários de pico, pela manhã e à tarde.

As informações com as regras devem estar fixadas em placas de fácil visualização nas paradas e estações. A responsabilidade pela divulgação é das empresas que administram o serviço de transporte no DF. 

Fonte: Globo

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