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Fashion – Moda Feminina, Masculina e Infantil no Guia do Japão

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Kenzo, estilista japonês morre após complicações do novo coronavírus

Kenzo, estilista japonês morre após complicações do novo coronavírus

O estilista japonês Kenzo Takada, criador da marca de roupas e dos perfumes Kenzo, morreu neste domingo (4), aos 81 anos, vítima de complicações da covid-19. O anúncio foi feito pelo porta-voz do estilista e confirmado pela agência de notícias AFP. Kenzo Takada estava internado no Hospital Americano de Neuilly-sur-Seine, na França.

Ele foi o primeiro estilista japonês a fazer sucesso nas passarelas da capital mundial da moda, Paris. Nascido em 27 de fevereiro de 1939, em Himeji, perto da cidade japonesa de Osaka, Kenzo, ainda na juventude, se encantou pelos desenhos e a costura, ensinado a ele pelas suas irmãs.

Fonte: Correio

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Coleção de Relógios modelo 2019

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Origens do Boyish Style

Na moda ocidental houve historicamente mulheres que adotaram peças ou todo um visual masculino ao se vestirem, mas até o século 20 a coisa se restringia a poucas mulheres altamente privilegiadas a quem a sociedade tolerava como algo que considerava um “travestimento excepcional”.

Antigamente o fato de uma mulher usar roupas de homem era uma grande exceção, tolerada apenas se se tratasse de uma rainha ou uma mulher extremamente influente, rica e independente. Se não fosse esse o caso, era bem possível que uma mulher usando roupas masculinas pudesse ser marginalizada, agredida ou morta por fazê-lo. Joana d’Arc (1412-1431), heroína francesa da Guerra dos Cem Anos, foi acusada de bruxaria e queimada viva.

Um dos casos mais famosos foi o da Rainha Cristina da Suécia (1626-1689). Numa época em que as mulheres usavam espartilhos estruturados com ossos de baleia, vestidos pesados cheios de detalhes decorativos e penteados encaracolados elaborados, ela usava cabelos soltos, rosto lavado e roupas sóbrias folgadas. No dia a dia ela cavalgava usando roupas masculinas e chegou a comandar tropas vestida como homem em várias das muitas batalhas que ocorreram durante seu reinado, no qual a Suécia conquistou a condição e respeito de estado independente da Noruega e da Dinamarca.

No Japão, entretanto, a adoção de peças unissex vem desde o século 11. Naquela época a guerra entre duas divisões da Família Imperial culminou com a vitória do clã Minamoto e a ascenção da classe guerreira (os samurais) ao poder. A partir de então, até o início do século 17, o Japão entrou num longo período de guerras constantes entre feudos e clãs. As mulheres da aristocracia e dos samurais adotaram o quimono de manga encurtada chamado kosode(manga pequena) e o hakama (saia-calça), peças criadas para os homens para a prática de arco-e-flecha e para andar a cavalo. Numa época de guerras constantes e considerando o estilo de vida dentro dos castelos fortificados, com muitas pessoas dividindo espaços pequenos, a forma do quimono tornou-se parecida para homens e mulheres.

Com o passar dos séculos, a estética no Japão e o padrão de beleza tornou-se cada vez mais andrógino (padrão de beleza único: um homem bonito se parece com uma mulher bonita e vice-versa). Considerando tais fatores, no Japão o fato das mulheres há séculos adotarem trajes masculinos fez com que a introdução do Boyish Style ocidental não parecesse estranho ou absurdo, sendo aceito pela sociedade com menos conotações e conflitos de gênero ou posicionamento político. Lá se tratava apenas de moda.

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