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Ciência

EUA têm maior número de casos confirmados de coronavírus no mundo

Os Estados Unidos têm o maior número de casos registrados de coronavírus no mundo, reportou o jornal The New York Times nesta quinta-feira (26), citando uma contagem realizada a partir de sua própria compilação de dados.

Com 81.321 casos, o país de 330 milhões de habitantes superou a China e a Itália em número de contágios. 

Hospitais de Nova York se declararam tomados pelo número crescente de casos de Covid-19, e cerca de 40% da população do país está em quarentena. Ainda assim, Wall Street recuperou

parte do prejuízo gigantesco deste mês com o anúncio de um pacote de resgate econômico de 2 trilhões de dólares negociado no Congresso.


Mais de 100 mortes por causa do novo coronavírus foram registradas nas últimas 24 horas em Nova York, onde uma longa fila de pessoas, a maioria usando máscaras e se posicionando a dois metros de distância de outras, aguardava do lado de fora do hospital Elmhurst, no Queens, para serem testadas.

O governo Andrew Cuomo disse que a prioridade é “achatar a curva” de novos casos na área metropolitana de Nova York. O estado possui 53 mil leitos hospitalares, mas tenta aumentar sua capacidade para 140 mil, que acredita que serão necessários em 20 dias, quando se atingir o pico da pandemia.
“Sabemos que enfrentaremos enormes desafios em termos de criar espaço suficiente nos hospitais ou de ter um número suficiente de funcionários treinados para nos ajudar nesta crise”, comentou o prefeito de Nova York, Bill de Blasio.
O número de mortes causadas pelo novo coronavírus chegou a mil na noite desta quarta-feira, e o país já contabilizava 69.246 casos confirmados, segundo a base de dados da Universidade Johns Hopkins. Mais de um terço destas mortes ocorreram no estado de Nova York. O verdadeiro número de casos pode ser muito maior, uma vez que não há testes suficientes disponíveis.



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Cidades

Coordenador de Tóquio 2020 diz que realização das Olimpíadas não depende de vacina

 Um grupo de médicos no Japão afirmou que só via a possibilidade de Olimpíadas em 2021 diante da descoberta de uma vacina contra o Coronavírus. No entanto, o chefe da coordenação dos Jogos de Tóquio deu uma resposta nesta quarta de modo contrário. O australiano John Coates afirmou que o Comitê Olímpico segue todas as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e de autoridades de saúde do Japão e, por ora, o trabalho segue na mesma direção.

Por conta da pandemia pelo novo coronavírus, as Olimpíadas de Tóquio sofreram um adiamento e serão disputadas, segundo o novo planejamento, entre os dias 23 de julho e 8 de agosto de 2021. Porém, uma nova alteração de data pelo descontrole da doença não está nos planos da organização e o evento poderia até mesmo ser cancelado se a situação não estiver normalizada até lá, segundo o chefe do Comitê Organizador, Yoshiro Mori.

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Cidades

Internacional OMS diz que o mundo “luta pela vida”, mas que há esperança

Várias partes do mundo estão começando a sair da pandemia de covid-19 e a retomar cautelosamente a vida normal, mas o novo coronavírus representará risco significativo até que vacinas sejam desenvolvidas, disse nesse domingo (3) o principal especialista em emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan.

Diretor executivo do Programa de Emergências da OMS, Ryan afirmou que, embora muitos países ainda estejam no olho do furacão, outros estão começando a mostrar que é possível conter a doença em alguma medida. “Nesse sentido, há esperança”, disse o especialista à Reuters em entrevista online.

“Em nível global, a situação ainda é muito, muito séria, mas o padrão da doença e da trajetória do vírus é muito diferente em várias partes do mundo atualmente”.

“O que estamos aprendendo é que é possível manter essa doença sob controle e é possível começar a retomar uma vida econômica e social normal, com uma nova forma de fazer isso, com cuidado e vigilância extremos”, afirmou Ryan.

Ele lembrou que alguns países na África e na América Central e do Sul ainda estão vendo uma “trajetória ascendente dos casos” e que a disponibilidade dos testes continua sendo um problema.

Mais de 3,44 milhões de pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus globalmente e 243.015 morreram, de acordo com a contagem da Reuters nesse domingo (3). Infecções foram notificadas em 210 países e territórios desde que os primeiros casos foram identificados na China em dezembro.

“Estamos no meio da luta pela nossa vida – todos nós, ao redor do mundo,” disse Ryan. “Haverá um risco grande e significativo até chegarmos em um ponto em que tenhamos uma vacina segura e eficaz, disponível para todos.”

Para Mike Ryan, alguns países, incluindo China, Coreia do Sul, Singapura, Nova Zelândia e outros, alcançaram o que ele descreveu como “um estado estável” em relação à disseminação da covid-19.

Enquanto isso, a Europa e a América do Norte estão começando a emergir de “epidemias muito intensas” da doença e agora tentam encontrar uma saída segura de severas restrições às atividades econômicas e sociais impostas nos últimos meses, disse ele.

Após meses de severo bloqueio, as pessoas na Itália e na Espanha começaram a desfrutar de um pouco mais de liberdade no domingo. Israel abriu algumas escolas, enquanto a Coreia do Sul disse que iria relaxar ainda mais as regras de distanciamento social a partir de 6 de maio, permitindo a reabertura gradual de negócios.

Mike Ryan afirmou que isso mostra não que o vírus possa ser derrotado absolutamente, mas que se pode chegar a um ponto em que temos controle suficiente sobre ele para que a vida social e econômica possa recomeçar.

Ele alertou, no entanto, que qualquer governo que busque relaxar as restrições deve fazê-lo com extrema cautela.

Fonte: Agência Brasil

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Cidades

Japão amplia estado de emergência por coronavírus até 31 de maio

O primeiro-ministro japonês Shinzo Abe prorrogou nesta segunda-feira (4) até o fim de maio o estado de emergência no país pela pandemia de coronavírus, depois que autoridades governamentais advertiram que era muito cedo para flexibilizar as restrições.

Em 7 de abril, o primeiro-ministro japonês instaurou o estado de emergência em Tóquio e seis regiões do país. Alguns dias depois, a medida foi ampliada para toda nação.
O estado de emergência no Japão é menos exigente que em alguns países da Europa e em algumas regiões dos Estados Unidos.
A medida permite ao governo estimular os habitantes a permanecer confinados e a fechar estabelecimentos comerciais.

Mas não permite que as autoridades adotem restrições à circulação de pessoas e não prevê nenhuma sanção.
O Japão, com 126 milhões de habitantes, registra desde o início da pandemia mais de 15.000 paciente da COVID-19, com 510 mortos.


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