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Entretenimento

Templo budista no Japão contrata robô para passar ensinamentos

Já imaginou entrar num templo budista de 400 anos e dar de cara com um robô os passando ensinamentos? O templo de Kodaiji, em Kyoto, contratou um androide de 100 milhões de ienes (R$ 3,4 milhões) para atrair os jovens.

Cada sermão pré-programado vem dos Sutras do Coração em japonês, com versões traduzidas para inglês e chinês para turistas. O androide, chamado Mindar, é o resultado de uma colaboração entre o templo e o professor de robótica inteligente da Universidade de Osaka, Hiroshi Ishiguro.

Os administradores do templo pediram à equipe do professor Ishiguro que desenvolvessem um androide que pudesse pregar os ensinamentos budistas de uma maneira facilmente compreensível para “ajudar a dar paz de espírito a pessoas com problemas”. Mindar conta com uma câmera de vídeo no olho esquerdo, o que permite que ele tenha “contato visual” com as pessoas que recebem o ensinamento.

O androide até já ganhou um apelido místico pelo templo: Kannon, a versão japonesa do bodisatva Guanyin, a divindade da misericórdia, que segundo a tradição pode se transmutar em várias formas para ajudar as pessoas. “Desta vez, Kannon se transformou em um androide”, afirmou um porta-voz do templo ao site Asahi Shimbun.

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Cidades

Coordenador de Tóquio 2020 diz que realização das Olimpíadas não depende de vacina

 Um grupo de médicos no Japão afirmou que só via a possibilidade de Olimpíadas em 2021 diante da descoberta de uma vacina contra o Coronavírus. No entanto, o chefe da coordenação dos Jogos de Tóquio deu uma resposta nesta quarta de modo contrário. O australiano John Coates afirmou que o Comitê Olímpico segue todas as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e de autoridades de saúde do Japão e, por ora, o trabalho segue na mesma direção.

Por conta da pandemia pelo novo coronavírus, as Olimpíadas de Tóquio sofreram um adiamento e serão disputadas, segundo o novo planejamento, entre os dias 23 de julho e 8 de agosto de 2021. Porém, uma nova alteração de data pelo descontrole da doença não está nos planos da organização e o evento poderia até mesmo ser cancelado se a situação não estiver normalizada até lá, segundo o chefe do Comitê Organizador, Yoshiro Mori.

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Entretenimento

Organização da Olimpíada diz que nada garante realização do evento em 2021

O CEO do Comitê Organizador das Olimpíadas de Tóquio, Toshiro Muto, admitiu hoje que não pode garantir que o evento será realmente realizado em julho do próximo ano, data para qual foi adiado devido à pandemia do novo coronavírus.

Previstos para este ano, os Jogos Olímpicos foram transferidos para começar em 23 de julho de 2021. Os organizadores do evento relutaram em anunciar o adiamento, mas cederam depois da pressão de atletas e federações de diversos países. O CEO do Comitê Organizador diz que os trabalhos continuam e qu torce para uma solução. “Tudo que podemos fazer é trabalhar duro para preparar para os Jogos Olímpicos. Nós sinceramente esperamos que até o próximo ano consigam administrar e superar o coronavírus”. O Japão está enfrentando uma segunda onda de propagação da covid-19, e o primeiro-ministro, Shinzo Abe, divulgou uma nota alertando sobre a emergência da situação. Ele sofreu críticas no país por minimizar a pandemia e o motivo apontado por opositores é o desejo de não alterar a data das Olimpíadas.

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Entretenimento

Após estado de emergência, Japão retira chama olímpica de exposição

A chama olímpica dos Jogos Olímpicos de Tóquio foi retirada de exibição pública no Japão. E não está claro quando e onde reaparecerá novamente – e em que condições. A chama chegou ao Japão da Grécia em 26 de março. Depois que a Olimpíada de Tóquio e o revezamento da tocha foram adiados para o ano que vem, a chama foi exibida pela prefeitura de Fukushima, no nordeste do país. Deveria permanecer em exibição até o final de abril.

Ela foi removida depois queo primeiro-ministro Shinzo Abe emitiu ontem um estado de emergência para combater o novo coronavírus, o que inclui limitar grandes multidões.

A longo prazo, espera-se que a chama seja usada pelo Comitê Olímpico Internacional como um dispositivo de promoção e como um símbolo da luta contra a pandemia.

Espera-se que a chama reapareça no próximo ano no Japão para o revezamento da tocha. Mas Payne, que não trabalha mais para o COI, deu a entender que poderia ter um objetivo mais amplo. “A queima da chama olímpica fornecerá uma inspiração muito poderosa, uma luz brilhante à medida que o mundo passa por esses tempos difíceis”, disse ele.

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